CIA. ARTHUR-ARNALDO RECEBE CIA ALEMÃ EM SÃO PAULO

Cia. alemã vem à São Paulo para parceria com a Cia. Arthur-Arnaldo

AlarmTheater realiza espetáculo e workshops em São Paulo

AlarmTheater de Bielefeld vem ao Brasil para realizar espetáculos, mesas redondas, rodas de conversa e workshops gratuitos em parceria com a companhia brasileira.

Em 2018, em projeto apoiado pelo Instituto Goethe de Munique, os seis integrantes do núcleo artístico da Cia. Arthur-Arnaldo de São Paulo passaram um mês na Alemanha colaborando na montagem da peça Schutzchilde” (Escudos Humanos) da escritora portuguesa Patrícia Portela com jovens alemães e refugiados na sede do AlarmTheater na cidade alemã de Bielefeld.

O espetáculo foi apresentado por lá e cumpriu turnê em cidades da Alemanha, agora, é a vez dos alemães retribuírem a visita. O grupo de 18 integrantes desembarcará em São Paulo no dia 11 de outubro para apresentar o espetáculo em colaboração com atores da Cia. Arthur-Arnaldo e jovens brasileiros convidados nos dois idiomas: alemão e português. Além disso as companhias oferecerão workshops de dança, grafite, cenografia e atuação, tudo gratuitamente.

“É uma oportunidade para público paulistano ter contato com uma companhia que realiza um importante trabalho com refugiados e que tem muita experiência em teatro jovem” – relata a produtora da Cia. Arthur-Arnaldo Soledad Yunge. O espetáculo Schutzchilde” (Escudos Humanos) será apresentado no palco da Galeria Olido e no SESC Campo Limpo.

A presença dos alemães também será uma chance para interessados em teatro, artes plásticas e dança aproveitarem das oficinas que serão oferecidas gratuitamente na Oficina Cultural Oswald de Andrade.

Rodas de conversa sobre a os caminhos a serem trilhados para a realização de uma colaboração internacional e o teatro jovem, na voz do jovem, acontecerão na Oficina Cultural Oswald de Andrade e na sede do Instituto Goethe.

Teóricos das artes e interessados na temática das pessoas em situação de refúgio também poderão se inscrever para participar da mesa redonda que acontecerá no Itaú Cultural, sobre teatro e refúgio. As companhias Arthur-Arnaldo e AlarmTheater dividirão a mesa com as experiências de outros grupos que trabalham com o tema na cidade de São Paulo como a Cia. As Graças e o Coletivo de Galochas.

Confira a programação completa nas páginas da Cia. Arthur-Arnaldo – www.arthurarnaldo.com.br / facebook/ciaarthurarnaldo / instagram @ciaarthurarnaldo, e programe-se.

AlarmTheater fica em São Paulo do dia 11 ao 27 de outubro e sua presença no Brasil conta com o apoio do Instituto Goethe de São Paulo.

SERVIÇO COMPLETO DE TODAS AS ATIVIDADES:

Espetáculo internacional Escudos Humanos (Schutzchilde) de Patrícia Portela em São Paulo.

APRESENTAÇÕES NA SALA OLIDO

18 de outubro (sexta-feira) – 20h

e 20 de outubro (domingo) – 17h

Local: Sala Olido – Av São João, 473 – Centro

Entrada Franca

APRESENTAÇÃO NO SESC CAMPO LIMPO

26 de outubro ( sábado)- 16h

Local: SESC CAMPO LIMPO – Rua Nossa Sra. do Bom Conselho, 120 – Campo Limpo

Praça Central

Entrada Franca

Sinopse

Um país declara guerra a outro por razões de segurança. Um grupo de jovens se reúne para atuar como escudos humanos no país vizinho e evitar a guerra. A prioridade deles é o mundo. A peça celebra a força dos jovens em protagonizar mudanças.

Duração: 90 minutos

Classificação indicativa: livre

FOTOS PARA DIVULGAÇÃO: https://drive.google.com/open?id=1RzlU5PXtA4EkTm6ZimuXvh9aApjgLiEx

ESCUDOS HUMANOS (Schultzschilde)

Autor: Patrícia Portela

Tradução e adaptação para o alemão: Michael Kegler

Tradução e adaptação para o português brasileiro: Cia. Arthur-Arnaldo

Direção de produção: Soledad Yunge

Direção: Dietlind Budde e Harald Otto Schmid

Direção da adaptação para São Paulo: Soledad Yunge e Tuna Serzedello

Elenco: Cia. Arthur- Arnaldo e Alarmtheater

Direção de Produção: Soledad Yunge

Ficha técnica AlarmTheater

Direção: Dietlind Budde e Harald Otto Schmid

Atores: Baraa Raad, Carla Wemhöner, Edytha Prokopowicz, Elena Ruiz, Ibrahim Khilli, Joana Damberg, Mohammad Osman, Moustafa Khilli, Patrick Macanda, Ronja Müller, Rosalie Kirchner, Sasha Langert

Cenografia: Rebecca Budde de Cancino

Iluminação e técnica: Florian Ferrari

Figurinos: Justine Loddenkemper

Dança e movimento: Anna Zimmermann e Diego Cancino

Ficha técnica Cia. Arthur-Arnaldo

Direção: Soledad Yunge e Tuna Serzedello

Atores: Júlia Novaes, Luisa Taborda, Taiguara Chagas, Carú Lima e jovens

convidados.

Direção de Produção: Soledad Yunge

OFICINAS

COLABORAÇÃO INTERNACIONAL CIA ARTHUR- ARNALDO (BRA) E ALARMTHEATER (ALE) 

TODAS AS OFICINAS SÃO GRATUITAS.

OFICINA: MEU ESPAÇO/ MEU LUGAR- COM A ARTISTA VISUAL REBECCA BUDDE DE CANCINO

COORDENAÇÃO: Rebecca Budde de Cancino

DATAS: 14/10 a 16/10 – segundas-feira(s), terça(s)-feira(s), quarta(s)-feira(s) – 10h às 13h

INSCRIÇÕES: 16/9 a 7/10  – NO LINK: https://poiesis.education1.com.br/publico/inscricao/a7cd33d1194ce48a10c5b2dce99a3cfc

SELEÇÃO: Por ordem de Inscrição

VAGAS: 15

(as sessões serão em inglês com suporte de tradução consecutiva)

(parte do material será oferecido pela oficina e parte os participante tem que levar)

LOCAL: Oficina Cultural Oswald de Andrade – Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro – São Paulo/SP

SINOPSE DA ATIVIDADE

O que é o “espaço”? Onde eu me vejo no meu lugar/ espaço pessoal? Esta oficina convida os participantes a experimentar uma jornada de descoberta artística que confronte sua visão particular do que é espaço trabalhando com diferentes materiais. A partir de textos individuais e colagens os participantes poderão expressar suas ideias livremente em formatos diversos e tamanhos desde muito pequenos a tão grandes como de uma sala.  

OFICINA DE DANÇA: AQUELES QUE QUEREM MOVER O MUNDO TEM QUE SE MOVER

COORDENAÇÃO: Jovens do Alarmtheater de Bielefeld- Alemanha

DATAS: 21/10 a 22/10 – segundas-feira(s), terça(s)-feira(s) – 18h às 21h

PÚBLICO: Jovens de 14 a 25 anos

INSCRIÇÕES: 16/9 a 14/10 – NO LINKhttps://poiesis.education1.com.br/publico/inscricao/4530de238502b5aee3ad8eec65a4a70f  

SELEÇÃO: Por ordem de Inscrição

Vagas: 20

(as sessões serão em alemão/ inglês com suporte de tradução consecutiva)

LOCAL: Oficina Cultural Oswald de Andrade – Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro – São Paulo/SP

SINOPSE DA ATIVIDADE

Convidamos os jovens a ouvir seus corpos pela dança. Entre o caos e a rebeldia, gravidade e poder vamos nos encontrar por intermédio da expressividade de cada um. Vamos apresentar nossa maneira de trabalhar dança e coreografia por intermédio de trechos das coreografias da produção do nosso espetáculo ‘Escudos Humanos’ assim como em experimentações criadas com os participantes.

WORKSHOP DE GRAFITE COM O ARTISTA ALEMÃO FLORIAN FERRARI

COORDENAÇÃO: Florian Ferrari

DATA: 22/10 a 23/10 – terça e quarta -feira – 17h às 21h

INSCRIÇÕES: 16/9 a 14/10 NO LINK: https://poiesis.education1.com.br/publico/inscricao/e18b6f179b6a5a068a01655542f9b6de

SELEÇÃO: Por ordem de Inscrição

VAGAS: 15

(as sessões serão em inglês com suporte de tradução consecutiva)

(parte do material será oferecido pela oficina e parte o participante tem que levar)

LOCAL: Oficina Cultural Oswald de Andrade – Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro – São Paulo/SP

SINOPSE DA ATIVIDADE

Todo grafite é dissidente, mas os estênceis têm uma história maior. Eles foram usados para iniciar revoluções e parar guerras. ”- Banksy.

O workshop começará com uma breve visão da história do grafite. Posteriormente, os participantes aprenderão os conceitos básicos de estrutura e estilos desenhando esboços. No final, todos os participantes criarão seus próprios grafites. 

OFICINA DE TEATRO: O PROTAGONISMO JOVEM A PARTIR DA DRAMATURGIA CONTEMPORÂNEA 

COORDENAÇÃO: Soledad Yunge | Tuna Serzedello

DATAS: 23/10 a 25/10 – quarta(s)-feira(s), quinta(s)-feira(s), sexta(s)-feira(s) – 17h às 21h

INSCRIÇÕES: 16/9 a 16/10 – NO LINK: https://poiesis.education1.com.br/publico/inscricao/9e69fd6d1c5d1cef75ffbe159c1f322e

SELEÇÃO: Carta de interesse

VAGAS: 20

(as sessões serão em português/ alemão e inglês com suporte de tradução consecutiva)

LOCAL: Oficina Cultural Oswald de Andrade – Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro – São Paulo/SP

SINOPSE DA ATIVIDADE

Oficina voltada para jovens atores (e não atores) que desejam experienciar técnicas teatrais com os atores e diretores da Cia. Arthur-Arnaldo de São Paulo em conjunto com jovens alemães e refugiados do AlarmTheater da Alemanha. A oficina terá como base o espetáculo “Escudos Humanos” da autora portuguesa Patrícia Portela. 

MESAS REDONDAS E RODAS DE CONVERSA

COLABORAÇÃO INTERNACIONAL CIA ARTHUR- ARNALDO (BRA) E ALARMTHEATER (ALE)

RODA DE CONVERSA: “Territórios do teatro e as vozes jovens de hoje”

DATA: 16 de outubro (Quarta-feira)

HORA:  das 19h30 às 21h

LOCAL: Oficina Cultural Oswald de Andrade – Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro – São Paulo/SP

Sinopse

O quanto do teatro feito por jovens tem relação com a sua localização geográfica? As vozes e o protagonismo em cena refletem o momento histórico no qual as juventudes estão inseridas? O teatro é o palco ideal para ecoar as vozes dos jovens?

Roda de conversa a partir de relatos de integrantes da Cia. Arthur-Arnaldo (SP), Alarmtheater (Alemanha) e jovens convidados.

RODA DE CONVERSA: “Cooperação internacional: um caminho a ser construído”

DATA: 21 de Outubro (Segunda-Feira)

HORA: das 19h30 às 21h30

LOCAL: Instituto Goethe – Rua Lisboa, 974  – Pinheiros – São Paulo/SP

Sinopse

Quais são os passos para construir uma parceria entre artistas de diferentes países?  Os desafios vão além das questões de financiamento e dos idiomas. Vamos compartilhar experiências e pensar possíveis caminhos juntos.

PARTICIPANTES:

KARINE LEGRAND, Coordenadora de projetos culturais do GOETHE INSTITUT – SP, LILIANE REBELO, gerente Cultural da CULTURA INGLESA-SP, TIAGO SARAIVA, superintendente das Oficinas Culturais do Estado de SP, SOLEDAD YUNGE e TUNA SERZEDELLO e do núcleo artístico da Cia. Arthur Arnaldo- SP, HARALD OTTO SCHIMD e DIETLIND BUDDE do núcleo artístico do Alarmtheater- Alemanha.

MESA REDONDA – “Fronteiras do teatro: Arte e Pedagogia com jovens em situação de refúgio”

DATA: 22 de Outubro (terça-feira)

HORA: das 20h às 21h30

LOCAL: ITAÚ CULTURAL – Av. Paulista, 149 – São Paulo, SP.

A mediação e tradução consecutiva da mesa será de Tuna Serzedello e Soledad Yunge da Cia Arthur-Arnaldo.

PARTICIPANTES: 

DIETLIND BUDDE e HARALD OTTO SCHMID, do AlarmTheater da Alemanha, SOLEDAD YUNGE e TUNA SERZEDELLO, da Cia. Arthur-ArnaldoELIANA BOLANHO, da Cia. As Graças e MARIANA QUEIROZ, do Coletivo de Galochas, todos atuantes na cidade de São Paulo.

Sinopse

O teatro com jovens em situação de refúgio a partir de experiências artísticas e pedagógicas. A mesa irá compartilhar experiências em São Paulo e na Alemanha (Bielefeld).

Sobre o AlarmTheater

É uma companhia de teatro com sede em na cidade de Bielefeld ao norte da Alemanha. Fundada há 26 anos por Dietlind Budde e Harald Otto Schmid a cada ano desenvolve ao menos três novo espetáculos para crianças, jovens e o público adulto. Já são mais de 60 montagens nesse período. Além do trabalho artístico a companhia desenvolve projetos em presídios, em cooperação com escolas, museus, grupos residenciais para refugiados, etc. É a primeira vez que a companhia vem ao Brasil.  Saiba mais em: www.alarmtheater.de

Sobre a Cia. Arthur-Arnaldo

Criada em 1996, a Cia. Arthur-Arnaldo tem sua linha de pesquisa atrelada a temas sociais e políticos. Desde 2006, o grupo dedica-se à montagem de textos voltados para o público jovem, foi indicada várias vezes ao Prêmio FEMSA de Teatro Jovem, e contemplada com o programa municipal de Fomento ao teatro para a cidade de São Paulo, entre outros. Alguns dos trabalhos mais recentes da Companhia são: A Travessia de Maria e seu irmão João (2019), Mártir (2017) de Marius von Mayenburg, Rolê (2015) e Os Pés Murchos x Os Cabeças de Bagre (2014), ambos com texto de Tuna Serzedello; Coro dos Maus Alunos (2013), de Tiago Rodrigues; Feizbuk, de José Maria Muscari; e DNA (2009), de Dennis Kelly. Saiba mais: www.arthurarnaldo.com.br

Sobre a Cia. As Graças

O grupo teatral As Graças formou-se em 1995, na EAD/ECA/USP. É formado pelas atrizes Eliana Bolanho, Juliana Gontijo e Vera Abbud e completou em maio de 2019 vinte e quatro anos de existência, com um trabalho continuado de pesquisa e de criação de espetáculos teatrais. Criou um livro, 14 espetáculos, e uma sede móvel: o Circular Teatro, um ônibus que ocupa espaços públicos da cidade e do país, apresentando espetáculos de teatro. O grupo sempre investiu em uma dramaturgia própria e também investigou linguagens como: o teatro de bonecos nos seus espetáculos infantis, o teatro popular, de rua, nos espetáculos do Ônibus Teatro e a importância do ator, da palavra, da literatura e da poesia como matéria para a criação nos espetáculos para salas de teatro. A música e o diálogo com o público está sempre presente no trabalho do grupo.   A cada criação um diretor é convidado, entre eles, Ednaldo Freire, Marco Antonio Rodrigues, Regina Galdino, Vivien Buckup, Cris lozzano, André Carreira e Cristiane Paoli Quito. A lista completa dos espetáculos está no nosso site www.asgracas.com.br

Sobre o Coletivo de Galochas

Coletivo de Galochas é um grupo de teatro da cidade de São Paulo criado em 2010 para pesquisar formas de atuação político-poéticas. Nesses nove anos de trajetória continuada, realizou seus espetáculos ao lado de movimentos, grupos parceiros, ocupações e comunidades, fazendo da experiência do teatro um gesto de vida e luta. O histórico do grupo conta com quatro diferentes montagens, todas autorais; Piratas de GalochasRevolução das GalochasCantos de Refúgio e Mau Lugar, peças que se desdobraram em inúmeras experiências teatrais e ocuparam os mais diferentes espaços. O grupo foi contemplado na 28ª Edição da Lei de Fomento ao Teatro para Cidade de São Paulo, publicando um livro ao término desse projeto, Coletivo de Galochas: dramaturgia completa, contendo o texto teatral de todas as peças inéditas realizadas pelo grupo. Saiba mais: www.coletivodegalochas.com.br

CONTATOS:

companhia.arthurarnaldo@gmail.com

http://www.arthurarnaldo.com.brPublicado porCia. Arthur-Arnaldo de Teatro10 de julho de 2019Publicado emSem categoriaEditarCia. Arthur-Arnaldo recebe alemães em São Paulo

Publicado por Cia. Arthur-Arnaldo de Teatro 

Fundada em 1996 a companhia sempre pesquisou e atualizou temas sociais e políticos. Resgatou a dramaturgia de Augusto Boal montando dois de seus textos (um deles inéditos nos palcos brasileiros. A partir de 2006, idealizado pela diretora Soledad Yunge, começou um trabalho de pesquisa com textos voltados ao público jovem. Em 2007 a Cia recebeu 5 indicações para o Prêmio FEMSA de Teatro Infantil e Jovem, incluindo a de melhor espetáculo jovem de 2007, e foi contemplada com o Prêmio Myriam Muniz da Funarte para o espetáculo “Bate Papo” do autor irlandês Enda Walsh, até então inédito nos palcos brasileiros. A peça tratava de um assunto sério: bullyng virtual, a repercussão foi tanta que a peça comemorou um ano em cartaz e foi capa de uma matéria sobre o tema na Revista da Folha. Em 2008 encenou o texto “Cidadania” de Mark Ravenhill, recebendo 6 indicações ao Prêmio FEMSA 2008, incluindo a de melhor espetáculo jovem de 2008 e vencendo na categoria de melhor ator para Fabio Lucindo. Recebeu criticas elogiosas nos principais veículos de comunicação: Veja SP, Folha de SP e Estado de SP. Em 2009 a montagem da peça “DNA” que traz pela primeira vez aos palcos paulistas a dramaturgia do inglês Dennis Kelly, um dos mais festejados autores britânicos jovens em um de seus melhores textos, segundo o The Guardian. A peça recebeu 5 indicações ao Prêmio FEMSA, incluindo melhor espetáculo jovem de 2009 e foi convidada para reinaugurar a Sala Carlos Miranda da Funarte em 2009. Em 2011, chegou a vez das redes sociais, e a Cia. estreou o espetáculo Feizbuk do autor argentino José Maria Muscari no evento “Qual é a sua?” voltado ao público jovem no SESC Consolação. A peça vem sendo apresentada com sucesso nas diversas unidades do SESC em SP e inclusive em parceria com a FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação). Em 2012 a Cia Arthur-Arnaldo foi indicada ao Prémio FEMSA na Categoria Especial em reconhecimento ao trabalho continuado dedicado ao público jovem. Nosso repertório já foi apresentado em diversas salas de espetáculo: unidades do SESC Consolação, Belenzinho, Pompéia, Vila Mariana, Santos, Santo André, Bauru, SJ Campos, Campinas, Sorocaba; Centro Cultural São Paulo, Centro Cultural da Juventude, Espaço dos Satyros 1, 2 e 3 (Jd Pantanal), Teatro Cultura Inglesa-Pinheiros, Complexo Cultural da Funarte entre outros. Em 2013 e 2014, esteve em cartaz no Centro Cultural São Paulo com a montagem do texto do autor português Tiago Rodrigues “Coro dos Maus Alunos” – a peça foi contemplada pelo edital do Proac de Produções Inéditas e foi indicada ao Prêmio FEMSA nas categorias: autor, elenco e melhor espetáculo jovem; e ao Prêmio CPT 2013 nas categorias: dramaturgia, direção e melhor espetáculo jovem. Em 2014 a Cia. Arthur-Arnaldo estreou o espetáculo infantil “Os Pés Murchos x Os Cabeças de Bagre” , dirigido por Soledad Yunge, em 3 de maio no Centro Cultural São Paulo – Sala Jardel Filho. A peça cumpriu temporada em 2015 no Teatro Cacilda Becker (SP) e participou da Mostra 2014 em Cena, Virada Cultural Paulista e do Circuito SP de Teatro. Em 2015 foi contemplada pela Lei de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo com o projeto #JOVENS que inclui circulação de 2 espetáculos (Coro e Pés Murchos), encontros formativos, 20 oficinas gratuitas para jovens de escolas públicas além da produção de um novo espetáculo. ROLÊ, com texto e direção de Tuna Serzedello, estreou no Centro Cultural São Paulo em 14 de outubro de 2015 e reestreou na mesma sala dia 26 de janeiro de 2016. ROLÊ foi publicado na pela editora Giostri na coleção Dramaturgia Brasileira. Em 2017 o projeto )Entre Jovens( foi contemplado pela 30a edição do Programa Municipal de Teatro para a Cidade de SP e realizou inúmeras vivências com jovens para a criação de uma dramaturgia inédita, além de uma Mostra e uma exposição, com leituras e espetáculos celebrando os 10 anos de repertório jovem da Cia. e a estréia de um novo espetáculo “Mártir” de Marius Von Mayenburg, com direção de Soledad Yunge. Em 2018 a Cia. Arthur-Arnaldo esteve na Alemanha para uma colaboração internacional com o Alarm Theater de Bielefeld para a montagem da peça “Schutzschilde” (Escudos Humanos) da autora portuguesa Patrícia Portela com jovens alemães e refugiados. 2019 marcou a estreia do espetáculo “A Travessia de Maria e seu irmão João” contemplado pelo 23º Cultura Inglesa Festival e a publicação pela Chiado Books da peça “Ato Parental” de Tuna Serzedello resultado do projeto )entre jovens( de 2018

“Ato Parental” tem sessão de autógrafos na Livraria Martins Fontes em SP

O evento será na próxima quinta-feira, 19 de setembro de 2019 entre 18:30 e 21:30 na Livraria Martins Fontes da Av. Paulista 509.


Ato Parental é uma peça teatral escrita por Tuna Serzedello a partir das experiências, encontros, rodas de conversa, workshops e oficinas com jovens pelo núcleo artístico da Cia. Arthur-Arnaldo entre os meses de agosto de 2017 e novembro de 2018 como parte do projeto )entre jovens( contemplado pela 30a edição do Programa Municipal de Fomento ao teatro para cidade de São Paulo.
O núcleo artístico da Cia. Arthur-Arnaldo é formado por: Carú Lima, Júlia Novaes, Luisa Taborda, Soledad Yunge, Taiguara Chagas Chagas e Tuna Serzedello.


A publicação da edição é da Chiado Books.
O livro conta com prefácio do diretor e ator Laerte Mello e orelha escrita pelo dramaturgo e jornalista Dib Carneiro Neto.

SINOPSE
“Em um futuro distante, após o plebiscito que terceirizou o governo, o Brasil vendeu o direito de exploração do país, incluindo os naming rights, para uma empresa multinacional e, a partir da implantação do Ato Parental, vive uma onda de igualdade e crescimento econômico sem precedentes”

Trecho do prefácio
A incoerência coerente da coerência incoerente.
Por Laerte Mello

“Escrito na melhor forma do teatro contemporâneo em cenas
independentes, que podem ser encenadas na ordem que o diretor desejar, e com personagens que podem ser interpretados por diferentes gêneros. É assim que Tuna produz uma espécie
de distopia, que mostra um país absurdamente regido por um governo absurdo. Anos atrás seria um texto única e exclusivamente pessimista e cômico. Nos dias de hoje é um alerta sobre onde a humanidade pode chegar.
A peça se passa em um Brasil fictício, os personagens não têm nomes, são definidos por suas funções na sociedade: professor, coordenador, aluno, ator, pai, mãe, etc. A “opinião” foi banida. Banimento este justificado pelo tanto que diferentes opiniões causam tantos conflitos. Professores precisam consultar manuais a cada pergunta de aluno para ver se podem responder aquele tipo de questão ou não. Um pai é pressionado pela escola, porque seu filho de oito anos “ainda” não sabe atirar com arma de fogo. Um projeto que tem como objetivo “modernizar” museus, digitaliza as obras e depois as queima junto com o prédio – “queima de museus ativa o mercado de arte, pesquisa e até o mercado imobiliário. ” Religiões foram unificadas em uma só religião, universalizando o amor. Cidadãos têm personal para tudo, de “personal shoper” a “personal hormones controler”. Livros são queimados para posteriormente serem republicados com autoria “anônima”. Tratamento para homogeneização da cor da pele “erradica” o racismo. Não só os serviços básicos, mas o governo em si é terceirizado. Professores são penalizados por não citarem o lado positivo da economia no período da escravidão. Pais decidem os temas de trabalhos escolares de seus filhos e recorrigem provas anteriormente corrigidas pelos professores. Pais pagam por lobotomias para que seus filhos tenham as mesmas ideias e costumes que seus progenitores. Testes são feitos para que cidadãos comprovem grau máximo de ignorância, sendo que, quanto mais ignorante, mais graduado. Se planta a coerência na incoerência através de todos esses quadros.”

Orelha do livro Ato Parental
Dib Carneiro Neto

“São muito raros, e por isso muito bem-vindos no Brasil, autores dedicados à dramaturgia para (e sobre) jovens. Cada boa peça nova que surge para público adolescente deve ser festejada. Daí a importância do registro em livro deste texto teatral de Tuna Serzedello, do núcleo artístico da Cia. Arthur-Arnaldo, de São Paulo. Tuna produziu esta pérola, que agora você também tem ao seu alcance, a partir de encontros e rodas de conversas exclusivas com… jovens, justamente eles. O resultado, a meu ver, é uma “parábola futurista”, assustadora como enredo e divertida como exercício dinâmico de reproduzir as cenas com velocidade/aleatoriedade de internet, ou seja, Ato Parental está afinada com uma das séries de TV mais cultuadas pela juventude atualmente no mundo, Black Mirror. Mas é mesmo futurista?! Quem dera… Comece a ler e constate a atualidade do tema: um País que decide cultuar a ignorância, estimular o consumo, restringir a liberdade de expressão, desencorajar o pensamento, reforçar os preconceitos, valorizar as armas… Tuna Serzedello escreve com ironia fina e imaginação antenada, duas características que primam pela inteligência antes de tudo – e é disso que os adolescentes mais gostam no teatro: que os tratem com astúcia, não com infantilidades. Boa leitura. E vamos ao teatro!”

título: ATO PARENTAL
isbn: 9789895254668
idioma: Português
encadernação: Brochura
formato: 14 x 22 x 1
páginas: 130
ano de edição: 2019
edição: 1ª

Maria, João e uma tocante travessia que remete à fome no mundo

Cia. Arthur-Arnaldo, com direção de Soledad Yunge, monta versão da clássica história dos Irmãos Grimm
com delicada ênfase no tema da falta de comida na dura realidade dos refugiados

por Dib Carneiro Neto
leia original no site: http://www.pecinhaeavovozinha.com.br/travessia-de-maria-critica/

Fotos: Camila Picolo/Divulgação

A TRAVESSIA DE MARIA E SEU IRMAO JOAO cred Camila Picolo (11)

Dib Carneiro Neto
22 de agosto de 2019

Abençoados sejam os clássicos. Que o teatro para crianças e jovens nunca abandone os contos universais tradicionais, aproveitando deles tudo o que embutem de inspiração e culto à imaginação. O fantasioso, o simbólico, o arquetípico. Um conto de fadas oferece significados em muitos níveis diferentes e enriquece a existência da criança de diversos modos.

De origem alemã e recolhido pelos Irmãos Grimm em publicação de 1812, o conto João e Maria (Hansel and Gretel) já ganhou diversas adaptações para as mais diversas linguagens artísticas. A história tal como a conhecemos é uma versão amenizada, feita para não chocar a classe média do século 19. A trama original carregava mais nas tintas das agruras de se viver na Idade Média, por causa da fome e da falta de comida. As próprias mães daquela época (e não madrastas) abandonavam seus filhos, por não terem como alimentá-los.

A TRAVESSIA DE MARIA E SEU IRMAO JOAO cred Camila Picolo (5)

Portanto, são perfeitamente compreensíveis as escolhas cênicas, estéticas e dramatúrgicas desta montagem da premiada Cia. Arthur-Arnaldo, produzida originalmente para o 23.o Cultura Inglesa Festival, com direção de Soledad Yunge, e batizada de A Travessia de Maria e seu irmão João. Que escolhas são essas a que me refiro? A peça fala quase o tempo todo de comida. Tudo remete à alimentação. Foi uma decisão inteligente e coerente, tomada pelo time de adaptadoras: Carú Lima, as duas atrizes do espetáculo (Júlia Novaes e Luisa Taborda) e a própria diretora Soledad Yunge. Elas se inspiraram livremente no reconto feito em 2014 pelo inglês Neil Gaiman (Sandman, Coraline), em que a fome é causada pela guerra e as duas crianças são refugiadas. (A palavra ‘travessia’, muito apropriadamente escolhida para o título desta versão da companhia paulistana, tem tudo a ver com isso.)

A predominância do teatro narrativo e da contação de histórias foi outra escolha acertada. Os bonecos, acompanhando a proposta de alusão à falta de comida no mundo, são feitos de pão, massa de pão (panificação a cargo de Carla Zocchio, da Pão da Bola). E há uma incrível galinha feita só com cascas de ovos. A casinha de doces da bruxa também é outra solução de puro encantamento – a casa em miniatura fica suspensa no palco, com muita delicadeza, sem exageros, sem excessos de cor, um bom gosto incrível do cenógrafo Rafael Souza Lopes e das aderecistas Fátima Lima e Paula Galasso. Na ficha, há também um crédito de co-criação do cenário para o Estúdio Lava (Júlia Reis e Lucas Bueno). O fato é que o belo impera, sem grandes arroubos, graças também às contribuições precisas da luz de Junior Docini e dos figurinos de Rogério Romualdo. Ah, e não posso deixar de citar a trilha envolvente e original de Pedro Cury, que pontua tudo com emoção na medida certa, tarefa de certa forma difícil em uma peça feita de muita narração em off.

A TRAVESSIA DE MARIA E SEU IRMAO JOAO cred Camila Picolo (6)

Maria e João às vezes são representados pelos bonecos, às vezes corporificam-se nas atrizes-manipuladoras. A partir da metade do espetáculo, Júlia e Luisa alternam-se para interpretar a bruxa da casinha de doces. São cenas muito bem pensadas, em que você pode piamente acreditar que são três atrizes, e não duas, no elenco, de tão dinâmico e azeitado que é o jogo entre a dupla em cena. Ao final, quando Maria e João derrotam a bruxa, diz a história que há um tesouro que as crianças acabam levando pra casa dos pais, ou seja, um final feliz. Nesta versão, o tesouro são mudas de plantas alimentícias – coroando a decisão da dramaturgia de falar da importância de se ter o que comer nesse mundo cada vez mais devastado e inóspito.

Meu último comentário diz respeito ao culto ao afeto, de que a peça não abre mão desde o primeiro minuto. Expressar afeto é tudo o que de mais temos precisado nesses tempos bicudos para cultura do País. É lindo como as duas atrizes começam o espetáculo de mãos dadas e, mais ainda, quando encerram também de mãos dadas, mas agora com algumas crianças da plateia levadas ao palco para a cena final. De arrepiar. Ninguém solta a mão de ninguém. O teatro para crianças e jovens feito pela Cia. Arthur-Arnaldo nos enternece com essa lição de simplicidade e solidariedade. Prestigiem!

SERVIÇO

Local: Teatro Cacilda Becker
Endereço: Rua Tito, 295 (Lapa), São Paulo
Telefones: 11 3864 4513 / 98639 0874
Quando: Sábados e domingos, às 16h
Duração: 55 minutos
Classificação indicativa: Livre
Ingressos: R$ 16,00 inteira / R$ 8,00 (meia)
Temporada: De 3 de agosto a 1.º de setembro de 2019

“A Travessia de Maria e seu irmão João” estreia em agosto no Teatro Cacilda Becker. Fábula clássica ganha versão da Cia. Arthur-Arnaldo

foto de Claudia Picollo

Para não morrerem de fome, os pais abandonam seus filhos na floresta escura. Essa é a premissa do clássico João e Maria. Na recontagem imaginada por Neil Gaiman e premiada pelo 23o Cultura Inglesa Festival em 2019, a fome é causada pela guerra e a dupla de crianças, refugiados.

Em “A Travessia de Maria e seu irmão João”, que estreia no dia 3 de agosto no Teatro Cacilda Becker, a diretora Soledad Yunge, apostou na linguagem dos bonecos para começar a contar essa história: “no início da trama ainda existe paz e fartura e bonecos são manipulados para mostrar a poesia da infância e o brincar, que é interrompida pela guerra e o mundo dos adultos entra na história”, conta a diretora. Os bonecos, confeccionados por Carú Lima que é atriz da Cia. Arthur-Arnaldo, são de pão e foram panificados especialmente para a peça. Trabalhar com alimentos e com a realidade deles em cena foi um dos pontos de partida da concepção visual e simbólica da montagem. A equipe se inspirou nas obras do artista britânico Carl Wagner que cria paisagens apenas com alimentos e as fotografa. “Queremos que as crianças se encantem com as diferentes referências visuais dos elementos de comida e que pensemos juntos sobre todas as questões da produção e consumo de alimentos”, completa a diretora Soledad Yunge.

As atrizes Júlia Novaes e Luisa Taborda, se dividem nos papéis e na manipulação dos objetos de cena. Parceiras de longa data de outros espetáculos da Cia. Arthur-Arnaldo, as duas encaram o desafio de viver outro personagem icônico: a bruxa que vive em uma casa de doces. “É ótimo poder dividir o palco com a Luisa e divertir as crianças com as trocas de figurino, fazendo-as esquecer por uns instantes que somos apenas duas em cena”, diz a atriz Júlia Novaes.

A trilha sonora, especialmente composta para a montagem por Pedro Cury, acompanha a narração da história e conta com participações especiais de voz em off dos atores Guto Togniazzolo e Jackie Obrigon. O cenário da peça foi criado por Rafael Souza em parceria com o Estúdio Lava de Júlia Reis e Lucas Bueno, e os figurinos, inspirados em crianças refugiadas é de Rogerio Romualdo.

A temporada de A Travessia de Maria e seu irmão João vai de 3 de agosto até 01 de setembro de 2019, sábados e domingos às 16h, no Teatro Cacilda Becker. A montagem foi produzida originalmente para o 23o Cultura Inglesa Festival.

SINOPSE

Em tempos de guerra e fome Maria e seu irmão João enfrentam o medo do abandono, o escuro da floresta e os terríveis planos de uma bruxa.  Com coragem, inteligência e de mãos dadas fazem a travessia que os levará de volta para casa.

SOLEDAD YUNGE

Formada em Artes Cênicas pela ECA-USP, pela Desmond Jones School of Mime and Physical Theatre e pela École Philippe Gaulier, ambas na Inglaterra, a diretora, produtora e arte-educadora Soledad Yunge é fundadora da Cia. Falbalá, da Cooperativa Paulista de Teatro (CPT). Ela participou do programa Teatro Vocacional, da Prefeitura de São Paulo, e foi uma das diretoras dos projetos Fábricas de Cultura e Ademar Guerra, ambos do Governo do Estado de São Paulo.

Algumas das peças dirigidas por ela são Vovó Rock and Roll; Os Pés Murchos x Os Cabeças de Bagre, de Tuna Serzedello; Autobahn, de Neil Labute; Vernissage e A Audiência, ambas de Václav Havel; A Dança do Universo, de Oswaldo Mendes; entre outras.

Yunge é produtora na Cia. Arthur Arnaldo desde 2000 e colabora artisticamente em todos os trabalhos do grupo. Além disso, ministra oficinas e cursos teatrais.

CIA. ARTHUR-ARNALDO

Criada em 1996, a Cia. Arthur-Arnaldo tem sua linha de pesquisa atrelada a temas sociais e políticos. Desde 2006, o grupo dedica-se à montagem de textos voltados para o público jovem, foi indicada várias vezes ao Prêmio FEMSA de Teatro Jovem, entre outros. Alguns dos trabalhos mais recentes da Companhia são Mártir (2017) de Marius von Mayenburg, Rolê (2015) e Os Pés Murchos x Os Cabeças de Bagre (2014), ambos com texto de Tuna Serzedello; Coro dos Maus Alunos (2013), de Tiago Rodrigues; Feizbuk, de José Maria Muscari; e DNA (2009), de Dennis Kelly.

SERVIÇO

‘A Travessia de Maria e seu irmão João’

Temporada     de 3 de agosto a 01 de setembro

Horários          Sábados e domingos 16h

Local                Teatro Cacilda Becker – Rua Tito, 295 (Lapa)

Telefone          3864 45 13 / 98639 0874

Ingressos         R$ 16 inteira / R$ 8 (meia)

Duração          55 minutos

Classificação indicativa          Livre

Teaser do espetáculo no Youtube      https://youtu.be/JSW3mZGBQmU

Álbum FLICKR com fotos em alta do espetáculo:

23CIF - A Travessia de Maria e Seu Irmão João

Crédito das fotos        Camila Picolo

FICHA TÉCNICA:

‘A Travessia de Maria e seu irmão João’ – temporada no Teatro Cacilda Becker

Direção    Soledad Yunge  

Elenco   Júlia Novaes e Luisa Taborda   

Dramaturgia Carú Lima, Júlia Novaes, Luisa Taborda e Soledad Yunge  (livremente inspirada na recontagem do conto Hansel & Gretel  por Neil Gaiman)

Cenário    Rafael Souza Lopes

Co-Criação Cenário  Estúdio Lava (Júlia Reis e Lucas Bueno)

Figurinos  Rogério Romualdo

Trilha Sonora Original  Pedro Cury

Iluminação Junior Docini

Concepção e Direção de bonecos  Carú Lima

Vozes em OFF  Guto Togniazzolo (Pai) e Jackie Obrigon (Mãe)

Panificação de objetos cênicos   Carla Zocchio (Pão da Bola)

Adereços Fátima Lima e Paula Galasso

Operação luz e som Ana Matie

Direção de Produção   Cia. Arthur-Arnaldo

Crédito das fotos        Camila Picolo

Site da Cia       www.arthurarnaldo.com.br

Instagram       @ciaarthurarnaldo

Facebook        /cia.arthurarnaldo

CONTATOS

Soledad Yunge (11) 98639 0874

solyunge@uol.com.br

companhia.arthurarnaldo@gmail.com

www.arthurarnaldo.com.br

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